CDKL5 e outras epilepsias genéticas: diferenças essenciais

A síndrome CDKL5, ou transtorno por deficiência de CDKL5, ocupa um lugar singular entre as epilepsias genéticas. Ela tem como causa mutações no gene CDKL5, que se localiza no cromossomo X, e leva a um quadro complexo de crise epiléptica infantil precoce. Esse quadro inclui atraso no desenvolvimento, hipotonia, comprometimento motor e, muitas vezes, falta […]
Quando os movimentos involuntários pedem atenção

Movimentos involuntários podem ocorrer em diferentes idades e contextos, e nem todos representam um problema sério. Piscar os olhos rapidamente, tremer levemente as mãos ou mexer os pés durante a ansiedade são exemplos comuns que muitas vezes não indicam doença. Entretanto, é indispensável observar padrões, frequência e intensidade desses movimentos. Quando aparecem de forma persistente, […]
Vitamina D e epilepsia: qual a relação na redução das crises

A conexão entre vitamina D e epilepsia vem ganhando atenção na literatura científica recente. Muitos pacientes com epilepsia apresentam deficiência dessa vitamina, possivelmente devido ao uso prolongado de anticonvulsivantes, que interferem no metabolismo ósseo e no equilíbrio hormonal. Uma metanálise brasileira mostrou que cerca de 32 % das crianças em uso de fármacos antiepilépticos apresentam […]
Epilepsia genética: tudo o que você precisa saber

A epilepsia genética é um grupo de síndromes neurológicas em que alterações nos genes desempenham papel central na ocorrência das crises. Diferente de outros tipos de epilepsia, que podem surgir por lesões cerebrais ou infecções, a epilepsia genética tem origem no material genético, podendo afetar tanto crianças quanto adultos. Entender essa relação é indispensável para […]
Epilepsia temporal e supressão de circuitos de alerta

A epilepsia temporal é um dos tipos mais comuns de epilepsia focal, caracterizada por crises originadas no lobo temporal do cérebro. Pesquisas recentes indicam que essa condição pode afetar circuitos de alerta essenciais para atenção e reação rápida a estímulos do ambiente. Compreender essa relação é indispensável para médicos, cuidadores e familiares. Isso porque essa […]
Conheça os principais tipos de crise epiléptica

A epilepsia é uma condição neurológica que pode se manifestar de formas muito diferentes, tornando o conhecimento sobre os tipos de crise epiléptica indispensável. Cada tipo apresenta características clínicas próprias, e a identificação correta ajuda médicos a definir o tratamento mais adequado. Por exemplo, algumas crises podem passar despercebidas, enquanto outras apresentam movimentos intensos e […]
Síndrome de West: sinais e primeiros cuidados

A síndrome de West é uma forma rara e grave de epilepsia infantil que geralmente se manifesta nos primeiros meses de vida. Reconhecer os sinais iniciais é indispensável para que os pais possam buscar atendimento médico rapidamente. Entre os sintomas mais comuns estão espasmos repentinos, movimentos bruscos dos braços e pernas, e alterações no padrão […]
Síndrome de Lennox-Gastaut: o que revela a nova pesquisa

A síndrome de Lennox-Gastaut é uma epilepsia rara e grave que afeta crianças em idade precoce, geralmente entre 3 e 5 anos. Caracteriza-se por múltiplos tipos de crises, alterações no eletroencefalograma e comprometimento cognitivo progressivo. Recentemente, uma pesquisa do Pediatric Epilepsy Research Consortium trouxe novos insights sobre essa condição, mostrando padrões de atividade cerebral mais […]
TDAH e epilepsia infantil: quais as diferenças?

TDAH e epilepsia infantil compartilham sintomas que confundem pais e professores. Desatenção, impulsividade e dificuldades escolares são típicos do TDAH, mas crises sutis de epilepsia também podem causar comportamentos similares. Muitas vezes uma criança parece distraída, com lapsos de memória ou momentos “fora de si”, e esses sinais podem ser atribuídos apenas ao TDAH. Quando […]
Status Epilepticus em crianças: quais os protocolos de emergência

Status Epilepticus em crianças caracteriza uma crise convulsiva contínua ou crises repetidas sem recuperação de consciência entre elas. O tempo que define esse estado varia, mas muitos protocolos consideram 5 minutos como ponto de partida para agir, embora definições mais antigas usem 30 minutos ou mais para classificar um status prolongado. No Brasil, artigos como […]